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Mar Grande: mergulhadores vão usar raio X especial para buscar corpos

Publicado 27/08/2017

/ Por: redacao@noticiasdealagoinhas.com.br

(Marina Silva/CORREIO)
A busca por desaparecidos da tragédia com o barco Cavalo Marinho I ganhou reforço tecnológico neste sábado (26). Cinco mergulhadores do Corpo de Bombeiros vão usar um aplicativo associado a um softwere que funcionará com uma espécie de raio X para buscar eventuais corpos que estejam flutuando no mar. A Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP) recebeu duas denúncias de familiares de duas pessoas que estariam desaparecidas - um homem de 60 anos e um adolescente de 12 anos.

Pelo menos 18 pessoas morreram no acidente quando o barco virou na última quinta-feira (24).  O capitão Luciano Alves, que é subcomantante do Corpo de Bombeiros que está autando no local, explica que o equipamento faz cálculos matemáticos - levando em consideração o deslocamento dos ventos, correntes marinhas e marés para indicar onde podem ter corpos. "Com esse equipamento a área das buscas foram ampliadas para cerca de 6 quilômetros do local do acidente.

Esse softwere funciona como se fosse um raio X que vai buscar no mar quando os mergulhadores nadarem áeras onde eles possam estar", explica o capitão.  O equipamento conseguiu mapear onde são os prováveis locais de deslocamento dos corpos. Os mergulhadores farão a busca entre 11h30 e 13h. "Até o horário foi definido por esse equipamento.

Com a ajuda dele já temos uma forma mais tecnológica para as buscas", ressalta o capitão. No total, são 5 bombeiros mergulhando numa equipe .  O equipamento foi cedido pela empresa Preamar Gestão Costeira. A lancha Cavalo Marinho I está inscrita na Capitania dos Portos da BAhia e  possui Certificado de Segurança da Navegação válido e passou por vistoria em abril de 2017, de acordo com a Marinha do Brasil. "A embarcação possui 18,6 metros de comprimento, 5,10 metros de boca (largura) e 0,82 metros de calado leve (profundidade abaixo da linha d’água).

Foi construída em 1973 e está classificada para o transporte de até 160 passageiros. Por determinação da Marinha, o proprietário removeu o óleo combustível que ainda estava na embarcação sinistrada a fim de prevenir a ocorrência de poluição hídrica", afirmou a Marinha.

Do Correio


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