No dia do sexo, baianos relatam histórias inusitadas em aplicativos de relacionamento

(Foto: Ilustração)
Hoje, 6 de setembro, é considerado o dia do sexo no Brasil, mas ao contrário que muitos pensam, a data não é oficial. A origem dela se deu com uma ação da empresa de preservativos Olla, em 2008, que afirmava: “falta um dia em homenagem a aquilo que deu origem a tudo”. Então foi escolhido justamente esta data 6/9, em referência a uma posição sexual famosa.

Mas para que aconteça o ato de fato, o primeiro encontro é necessário entre os interessados. Os aplicativos de relacionamento entram para dar uma ajuda, e neles sempre acontecem situações embaraçosas. O VN conversou com três baianos que relataram algumas dessas experiências, que podem entrar no rol de histórias pitorescas.

Fernando Rodrigues, 21 anos, relata que estava conversando por quatro a seis dias com uma garota, 23, após um match no Tinder. “Marcamos a data e encontro em local público para não ter riscos. Quando cheguei, ela já estava lá. Verifiquei se era ela mesmo e me apresentei”, relata. Mas o jovem teve uma surpresa logo após alguns minutos de conversa. “Depois de uns 5 minutos conversando eis que chega um senhor e senta do lado da gente e fica me olhando fixamente.

Sem entender eu pergunto o que foi, ela diz “ahh é meu pai, ele veio comigo, tem algum problema?” disse. Fernando ficou sem reação e pensou em uma alternativa para o momento. “ Respondi que não havia problema e que ia no banheiro, mas nunca mais voltei”, informa.

Com a estudante Fabiana Cavalcante, 25 anos, a situação que parecia ser um encontro tranquilo ou até romântico, tomou um rumo inesperado. “Tinha um cara que conheci no aplicativo “Adote um Cara”, e desde sempre o achava engraçado. Ele sempre inventava uns apelidos divertidos. Daí resolvi dar uma chance e marcamos de ir ao cinema”, conta.

A estudante informa que o rapaz chegou cedo para buscá-la no dia do encontro e sugeriu ir a Barra. “Aceitei, mas do nada, ele entra na Pinto de Aguiar e para numa portaria de um Motel. Fiquei indignada. Para mim, seria para algo romântico.

E de forma grosseira, o atendente da recepção disse que se estacionava embaixo e “comia” em cima. Disso, saímos do local”, relata. O rapaz continuou insistindo em ir ao um Motel. “Entramos em outro, mas cedi até pelo motivo de o cara ser gato e não ia perder a oportunidade. Logo após o ato, ele rasgou a camisinha e jogou nas minhas costas.

Fiquei com muita raiva e fui me limpar. Depois pedi que ele me levasse para casa”, informa. O homem chegou até entrar em contato, mas ela o ignorou. Passou uma semana a estudante teve uma surpresa. “Ele estava namorando, e chamando a menina no Facebook de “meu biscoitinho de coco com Nutella e caramelo”, finaliza.

A publicitária, Carol Menezes, 26, conheceu um rapaz no Tinder, mas após encontrar o perfil dele no Instagram, ambos começaram a flertar. “Um começou a curtir as fotos do outro. Pesquisando o perfil dele, vi que tínhamos muitas coisas em comum e ele poderia ser o homem da minha vida, além do pai dos meus filhos”, diz. Eles iniciaram uma conversa e marcaram de se conhecer no dia do aniversário dela. “Coloquei na minha mente que meu presente seria fazer sexo com ele”, informa.

O rapaz morava do outro lado da cidade e foi se encontrar com a publicitária. “Fiz ele vim de outro lado de Salvador para irmos a um motel”, e acrescenta: “Quando eu o vi, fiquei assustada. Ele parecia ser muito menor do que eu imaginava e diferente das fotos. Mas decidi aproveitar. Porém, ele começou a fazer uma dança sensual dentro do quarto de forma desengonçada e eu não conseguia parar de rir.” Carol informa que para completar, o homem tinha uma tatuagem em forma de um rosto na barriga, que parecia uma gueixa, mas não era. “Ele me disse que se tratava da mãe dele e fiquei um pouco sem reação.

Tive logo um pensamento que esse não era o homem que teria filhos. Mas se eu tinha alguma esperança da noite ser boa, perdi todas na hora do sexo. Descobri que o pênis dele era muito pequeno. Tudo terminou muito rápido. Ele ainda me disse que não gostava de fazer sexo a noite toda. Fiquei traumatizada. Sem dúvidas um dos aniversários mais marcantes que tive”, conclui.

Do VN
No dia do sexo, baianos relatam histórias inusitadas em aplicativos de relacionamento No dia do sexo, baianos relatam histórias inusitadas em aplicativos de relacionamento Reviewed by Portal Notícias de Alagoinhas on setembro 06, 2017 Rating: 5
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