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Jovem presa por integrar quadrilha de roubo a banco e que recebia Bolsa Família deve ser ouvida em audiência

Publicado 01/12/2017

/ Por: redacao@noticiasdealagoinhas.com.br

 (Foto: Facebook/Reprodução)
Presa suspeita de integrar uma quadrilha de assalto a banco em Mato Grosso, a jovem Lúbia Camilla Pinheiro Gorgete, deve ser ouvida pela Justiça numa audiência marcada para o dia 14 de dezembro. Lúbia e os outros integrantes apareciam ostetando em fotos publicadas na web. A jovem, entretanto, é beneficiária do Bolsa Família desde 2015.

Além de Lúbia, os outros 14 réus no processo criminal devem ser ouvidos em audiência de instrução pelo juiz Marcos Faleiros, da 7ª Vara Criminal de Cuiabá. Testemunhas de acusação também deve prestar depoimento.

 (Foto: Reprodução / Facebook)
Lúbia e os integrantes da organização ostentavam com viagens, carros de luxo e barcos, custeados com dinheiro proveniente dos roubos, segundo a Polícia Civil. Fotos divulgadas por eles em redes sociais levantaram a suspeita.

A jovem, no entanto, recebe desde 2015 benefícios do Bolsa Família. Em 2017, dados no Portal da Transparência, do governo federal, apontam que, de janeiro a setembro, Lúbia teve R$ 1,4 mil destinados a ela.

Lúbia é acusada de integrar a quadrilha que assaltou pelo menos 10 agências bancárias no estado. Segundo a Polícia Civil, ela não tem relação direta com os crimes, mas tem ligação com os assaltantes e usufruía de viagens e passeios de luxo pagos com o dinheiro roubado.

 (Foto: Polícia Civil/Divulgação)
Prisão da quadrilha

Segundo as investigações, os integrantes do bando ostentavam em fotos publicadas nas redes sociais. Eles se exibiam em carros e barcos de luxo, viagens ao Rio de Janeiro, festas e passeios de helicóptero.

Na web, Gilberto Silva Brasil, apontado como chefe da quadrilha se autodenominava ‘Showman’. Em outras publicações, ele posou para fotos em pontos turísticos do Rio de Janeiro e em eventos no sambódromo, durante o carnaval deste ano. O G1 não conseguiu localizar a defesa do réu.

Segundo as investigações, os ladrões tinham acesso aos cofres através de imóveis que ficam ao lado das agências bancárias. “Eles quebravam as paredes, entravam no estabelecimento, desligavam o sistema de alarme e tinham acesso total ao banco”, explicou o delegado Diogo Santana.

Do G1
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