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Um ataque dos Estados Unidos próximo ao aeroporto de Bagdá, capital do Iraque, na madrugada desta sexta-feira (03), matou o comandante das Forças Quds, unidade especial da Guarda Revolucionária do Irã, o brigadeiro-general Qassen Suleimani.

Além dele, o ataque também matou o número 2 das Forças de Mobilização Popular (FMP), o comandante Abu Mahdi al-Muhandis.

O governo dos Estados Unidos confirmou que o país foi responsável pelo ataque com “o objetivo de prevenir futuros planos de ataque do Irã”. “O general Suleimani estava desenvolvendo ativamente planos para atacar diplomatas e militares americanos no Iraque e em toda a região”.

A Casa Branca confirmou que o ataque foi ordenado pelo presidente Donald Trump. Especialistas em conflitos na região garantem que um ataque deste tipo terá uma resposta à mesma altura.

A embaixada dos Estados Unidos ainda divulgou um comunicado pediu aos cidadãos americanos que estão no Iraque deixem o país “imediatamente”. “Devido ao aumento das tensões no Iraque e na região, a Embaixada dos EUA pede aos cidadãos americanos que sigam o Aviso de Viagem de janeiro de 2020 e saiam do Iraque imediatamente”, diz o documento.



Ainda segundo a nota, se não houver a possibilidade de deixarem o país via companhias aéreas, que os cidadãos americanos o deixem via terra. “Os cidadãos dos EUA devem partir via companhia aérea sempre que possível, e, na sua falta, para outros países via terra”, completa o comunicado.

*Radar da Bahia