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O advogado Paulo Catta Preta, que representava Adriano Nóbrega no processo em que ele era acusado de chefiar uma milícia no Rio, apresentará defesa à Justiça mesmo após ele ter sido morto pela polícia da Bahia. A informação é da colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de São Paulo.

”Adriano está jornalisticamente morto. Ele não está oficialmente morto, já que o óbito não foi comunicado à Justiça. Vou fazer isso não para defender sua liberdade, mas a sua memória”, afirma o advogado.

De acordo com a publicação, o defensor alega que não há provas contra Adriano e diz que ele é “um bandido de folhetim, de manchete de jornal”. O advogado revelou ainda que o cliente, num telefonema, disse temer ser assassinado para queima de arquivo dias antes de ser morto por policiais.