Mesmo num momento de crise, por conta da pandemia do novo coronavírus, ao lado do Athletico, o Galo buscou seis reforços durante a pandemia, visando a maratona de jogos até o final da temporada.

O Atlético Mineiro fez um investimento de R$ 67 milhões em novos reforços durante o período de paralisação, sendo os zagueiros Bueno (300 mil dólares – cerca de R$ 1,5 milhão) e Junior Alonso (3 milhões de euros - cerca de R$ 17,9 milhões); os volantes Léo Sena (R$ 4 milhões) e Alan Franco (2,5 milhões de dólares - cerca de R$ 12,6 milhões); e os atacantes Marrony (cerca de 3,5 milhões de euros – cerca de R$ 20 milhões) e Keno (2,3 milhões de dólares – cerca de R$ 11,8 milhões). De quebra, ainda teve Nathan, do Chelsea, que custou 3 milhões de euros, cerca de R$ 17,9 milhões na cotação atual.

Já o time paranaense, contratou outros seis jogadores, que não tiveram os valores divulgados. Pelo Athletico, foram contratados os zagueiros Aguilar e Edu, o meia Jaime Alvarado e os atacantes Walter, Daniel Martins e Geuvânio.

Apenas mais seis clubes se reforçaram durante o período de quarentena. Atlético-GO (4), Botafogo e Corinthians (2), Fluminense, Internacional e Sport (1). 

Assim como o Bahia, outros onze clubes da Série A decidiram não fazer investimentos neste momento de crise.