Uma semana após o incêndio na catedral de Nantes, no oeste da França, o principal suspeito, um voluntário ruandês, confessou ser o autor do ato e foi imediatamente acusado e colocado em detenção preventiva.

"Meu cliente cooperou" com a Justiça, disse à imprensa o advogado Quentin Chabert. "Ele lamenta amargamente os fatos e falar foi uma libertação para ele. Meu cliente está consumido pelo remorso", acrescentou.

Segundo o promotor de Nantes, Pierre Sennès, o homem "reconheceu perante o juiz que foi responsável pelos três incêndios na catedral: no grande órgão, no órgão pequeno e em um painel elétrico".

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