O governador da Bahia, Rui Costa, em entrevista à Radio Bandeirantes, na manhã de hoje (3), se mostrou favorável à criação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF).

Rui discorda da ideia de que o novo imposto seria uma forma de arrecadação ou sustentação de estados, municípios e da União, mas avalia que o tributo teria a função de controle das operações financeiras.

“Acho que num debate de reforma tributária em primeiro lugar ela tem que fazer justiça social. Cobrar menos de quem ganha menos. Segundo: a questão da CPMF é um debate longo, me somo àqueles que identificam essa contribuição, não como forma de garantir a arrecadação ou sustentação de estados e municípios ou da união, mas um bom formato, com percentual muito pequeno que garanta controle das operações financeiras”, opinou.

Como a proposta de criação da nova CPMF é do governo federal, o presidente Jair Bolsonaro diz que não haverá aumento da carga tributária, e uma possibilidade estudada pelo Ministério da Economia é a redução dos tributos que as empresas pagam sobre a folha de salário.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, tenta convencer Bolsonaro a enviar o projeto ao Congresso com a possibilidade de aumentar a faixa de isenção do Imposto de Renda da pessoa física, hoje em R$ 1,9 mil por mês.

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